Dessa vez deixo o texto a cargo do site Brejas, pois eu não adicionaria nem removeria nada:
"A Leffe Brune (também chamada de Lefffe Brown) é substancialmente robusta, apresentando uma interessante combinação entre seu pronunciado aroma de caramelo torrado e um toque levemente adocicado ao final. Combina perfeitamente com pratos condimentados e agridoces. Histórico Produzida desde o século 13 pelos monges da Abadia Belga de Leffe, a marca Leffe é a cerveja tipo Abadia mais consumida no mundo. A tradicional receita é a mesma desde 1240. A cerveja de alta fermentação é destinada aos apreciadores de cervejas especiais e deve ser lentamente saboreada para a percepção do sofisticado e complexo sabor de um líquido com séculos de tradição."
Graças à Ambev podemos encontrar essa fabulosa cerveja nos grandes Supermercados. Eu achei no Sonda, mas também já havia visto no Extra.
Fortemente recomendada. Uma delícia! Afinal com tanta história tinha que ser uma cerveja excepcional mesmo! Não vejo a hora de experimentar as irmãs dessa morena alemã ... hehehe.
Aprecie com moderação!
domingo, 27 de março de 2011
Show Iron Maiden - São Paulo - Março/2011
Ingresso comprado há mais de um mês. Alvará da patroa para uma balada Metal. Sogra no pedaço para dar uma força com a bebê. Combinação perfeita de fatores para ir ao show do Iron Maiden. Pra agravar ainda seria meu primeiro show da "dama de ferro", o que eu considero uma imperdovável falha no meu curriculum de shows. Depois de uma breve partidinha de PS3 na casa de um amigo e umas cervejas, chega outro colega e vamos nessa.
Eu e meus colegas fizemos o esquema do WTC (estacionamento + van até o show), o que eu considero um esquema campeão. Chegamos 19h30 e já tinha começado o show de abertura com o Cavalera Conspiracy, liderada pelos irmãos Igor e Max Cavalera (sim, agora eles voltaram a ser amiguinhos). O setlist era basicamente o de um show do Sepultura. Tocaram os principais clássicos e agitaram a galera do começo ao fim.
21h20 (e não 21h30, como marcado) começa o show do Iron. Video Clipe rolando no telão e de repente entra Bruce Dickinson e Steve Harris e o resto da banda. Bruce ainda mostra aquele vigor de sempre. Todo performático, ele ainda tem a voz que tinha no começo. Foi de arrepiar.
Dos demais membros da banda não tem nem o que dizer. Os velhinhos continuam com 110%. Incrível!
O show teve direito a tudo: Boneco gigante do Eddie, corridinhas do Bruce Dickinson, projeções das capas dos discos ao fundo, mais corridinhas do Bruce, Boneco de 08 metros do Eddie aparecendo ao fundo, e mais corridinhas. Tudo isso por que desse show sairia um DVD comemorativo, já que essa é (teoricamente) a última turnê da banda. Como o nome do último álbum diz, The Final Frontier.
Bruce arranhou um português, fez homenagem ao Japão pela tragédia (eles teriam um show lá, mas foi cancelado após o terremoto), e prometeu que se houvesse uma turnê de despedida eles com certeza voltariam para São Paulo. Os caras realmente curtiram aqui. Afinal juntar mais 55mil pessoas num único show já é motivo suficiente para querer voltar.
Infelizmente teve alguns pontos negativos. Eu e meus amigos ficamos na arquibancada azul, que possibilitava ver apenas uma parte do palco (não dava pra ver o baterista, por exemplo). No setlist faltaram alguns clássicos como "Run to the Hills", dentre outras. Tirando isso, não tenho do que reclamar.
Iron Maiden, obrigado!
Eu e meus colegas fizemos o esquema do WTC (estacionamento + van até o show), o que eu considero um esquema campeão. Chegamos 19h30 e já tinha começado o show de abertura com o Cavalera Conspiracy, liderada pelos irmãos Igor e Max Cavalera (sim, agora eles voltaram a ser amiguinhos). O setlist era basicamente o de um show do Sepultura. Tocaram os principais clássicos e agitaram a galera do começo ao fim.
21h20 (e não 21h30, como marcado) começa o show do Iron. Video Clipe rolando no telão e de repente entra Bruce Dickinson e Steve Harris e o resto da banda. Bruce ainda mostra aquele vigor de sempre. Todo performático, ele ainda tem a voz que tinha no começo. Foi de arrepiar.
Dos demais membros da banda não tem nem o que dizer. Os velhinhos continuam com 110%. Incrível!
O show teve direito a tudo: Boneco gigante do Eddie, corridinhas do Bruce Dickinson, projeções das capas dos discos ao fundo, mais corridinhas do Bruce, Boneco de 08 metros do Eddie aparecendo ao fundo, e mais corridinhas. Tudo isso por que desse show sairia um DVD comemorativo, já que essa é (teoricamente) a última turnê da banda. Como o nome do último álbum diz, The Final Frontier.
Bruce arranhou um português, fez homenagem ao Japão pela tragédia (eles teriam um show lá, mas foi cancelado após o terremoto), e prometeu que se houvesse uma turnê de despedida eles com certeza voltariam para São Paulo. Os caras realmente curtiram aqui. Afinal juntar mais 55mil pessoas num único show já é motivo suficiente para querer voltar.
Infelizmente teve alguns pontos negativos. Eu e meus amigos ficamos na arquibancada azul, que possibilitava ver apenas uma parte do palco (não dava pra ver o baterista, por exemplo). No setlist faltaram alguns clássicos como "Run to the Hills", dentre outras. Tirando isso, não tenho do que reclamar.
Iron Maiden, obrigado!
quarta-feira, 9 de março de 2011
Cervejas: Urbock 23°
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Quando comecei a me aventurar por esse mundo das cervejas, algumas pessoas me avisaram que eu passaria por bons e maus momentos. Até agora eu só tive saldos positivos. Eu disse até agora!
A Urbock 23° é o que podemos chamar de uma cerveja peculiar. Infelizmente não atendeu minhas expectativas, tampouco me agradou. O vendedor havia comentado que ela tinha numa nota média de conhaque, mas eu não tinha idéia do que seria isso. O primeiro gole desce bem. Levemente amarga inicialmente, um pouco adocicada. Nos goles seguintes percebemos o sabor forte do conhaque e o amargor crescente. Com o passar do tempo você sente um sabor forte no céu da boca que não sai facilmente.
Segui a recomendação de harmonizar com uma comida bem salgada. Meu sogro havia deixado uma carne assada recheada de calabresa. Complementei com um salgadinho chamado Crocantíssimo (Pulman) sabor peito de perú com requeijão. A combinação foi boa. Recomendo!
Resumindo, não é o tipo de cerveja que agradaria muitos paladares. Cerveja para pessoas que curtem um sabor mais forte, encorpado e duradouro.
Curioso? Vale a experiência! Se experimentar diga-me o que achou.
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